Mais uma vez a questão da mídia entra em minha agenda de discussões e abordagens no blog.
Só que dessa vez é em relação ao caso Sean.
A bomba estourou esse mês, no Brasil, mas o caso é meio antigo e já abordado há bastante tempo lá, nos Estados Unidos. Por quê? Seria porque somos muito atrasados?
Nunca!
Existe algo chamado internet e meios de comunicação velozes o suficiente pra acompanhar tudinho em tempo real, e ninguém é burro pra discordar disso. É fato. Ponto.
O que aconteceu, na verdade, é que a justiça brasileira (a tal da justiça brasileira) tinha impedido a imprensa (também brasileira) de fazer qualquer tipo de citação ou referência ao caso do menino. Enquanto isso, nos EUA, o pai biológico era apoiado massificamente pela imprensa e pela população que aclamava (e aclama) justiça, através da criação de sites e doações. Pessoas vestidas em camisetas com a foto estampada do garoto...
A proibição da justiça brasileira ainda existe (embora eu prefira chamar isso de censura prévia), mas a imprensa não conseguiu segurar a onda e "deu com a língua nos dentes". A revista Época foi mais ousada e publicou na capa, a foto do menino (até então exibida com o rosto desfocado).
Veja foto abaixo
Não me importaria se fosse só uma briga de família, mas já é um caso de diplomacia entre o País governado por Lula e o governado por Obama. E isso a mim interessa muito!
Afinal...merecíamos ficar alheios a esse tipo de acontecimento?
A imprensa brasileira acertou em "soltar o verbo"?
A justiça brasileira deveria censurar (mesmo não podendo, constitucionalmente)?
Bom, o meu questionamento não é em relação a quem deve ficar com Sean, mas sim sobre a questão da imprensa. Fui muito parcial, mas foi de propósito!
Aff...
Até mais.

Só que dessa vez é em relação ao caso Sean.
A bomba estourou esse mês, no Brasil, mas o caso é meio antigo e já abordado há bastante tempo lá, nos Estados Unidos. Por quê? Seria porque somos muito atrasados?
Nunca!
Existe algo chamado internet e meios de comunicação velozes o suficiente pra acompanhar tudinho em tempo real, e ninguém é burro pra discordar disso. É fato. Ponto.
O que aconteceu, na verdade, é que a justiça brasileira (a tal da justiça brasileira) tinha impedido a imprensa (também brasileira) de fazer qualquer tipo de citação ou referência ao caso do menino. Enquanto isso, nos EUA, o pai biológico era apoiado massificamente pela imprensa e pela população que aclamava (e aclama) justiça, através da criação de sites e doações. Pessoas vestidas em camisetas com a foto estampada do garoto...
A proibição da justiça brasileira ainda existe (embora eu prefira chamar isso de censura prévia), mas a imprensa não conseguiu segurar a onda e "deu com a língua nos dentes". A revista Época foi mais ousada e publicou na capa, a foto do menino (até então exibida com o rosto desfocado).
Veja foto abaixo
Não me importaria se fosse só uma briga de família, mas já é um caso de diplomacia entre o País governado por Lula e o governado por Obama. E isso a mim interessa muito!
Afinal...merecíamos ficar alheios a esse tipo de acontecimento?
A imprensa brasileira acertou em "soltar o verbo"?
A justiça brasileira deveria censurar (mesmo não podendo, constitucionalmente)?
Bom, o meu questionamento não é em relação a quem deve ficar com Sean, mas sim sobre a questão da imprensa. Fui muito parcial, mas foi de propósito!
Aff...
Até mais.

